segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Insetopia

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Essa semana eu estava conversando com uma amiga de São Paulo sobre como é morar fora e depois ter de voltar para realidade após viver dias incrivelmente maravilhosos em alguma parte do mundo. Ela estava comentando sobre a dificuldade de falar sobre o intercambio com outras pessoas, na verdade, é uma dificuldade compartilhada por todo mundo que volta depois de ter descoberto ''o mundo''.
Quem está aqui e que nunca teve uma experiência como essa, acha muito chato, enjoativo ou repetitivo todas as vezes que você vai exemplificar um assunto com fatos vividos por você no exterior. Mas não tem jeito, um bom  viajante sempre terá uma história para contar. 
Essa tem sido a dificuldade dela, pois apesar de contar e exemplificar, as pessoas a sua volta não entram na mesma sintonia, e acham que ela esta sendo esnobe por ter tido a oportunidade de morar fora e eles não.
Quando ela desabafou isso, eu comentei lembrando do filme Formiguinhas. Quem teve infância sabe que filme é esse.

Resumindo, Z é uma formiga que fica admirado com a possibilidade de existir um mundo ''fora da colônia''  e como o espírito aventureiro vai a procura deste novo mundo, a Insetopia.  Depois de passar altas aventuras pelo caminho ele chega ao destino, ficando maravilhado com o que tinha encontrado. Ao retornar a colônia, ele não consegue entender a monotonia da vida como operário na colônia, mas para as outras formigas por mais que ele tentasse mostrar que existia um mundo lá fora, isso não significava nada para elas, pelo simples fato de não terem vivido.



Foi exatamente o que eu disse pra minha amiga, por mais que ela tentasse explicar não surtiria efeito. Tem coisas que precisam ser vividas para ter algum sentido.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Sem Facebook

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Resolvi dar uma tempo no facebook  quero aproveitar este mês de férias e colocar alguns projetos em dia. Facebook é uma ótima ferramenta para manter contato com os amigos de perto e de longe, mas também uma perfeita fonte de distração. É incrível como uma paradinha de 5 minutos podem render horas na frente do computador, uma coisa vai puxando a outra e quando menos você perceber já perdeu a tarde inteira vagabundeando pela net.
A melhor maneira que eu vi para vencer a tentação e manter firme meu propósito de colocar a ''casa em ordem'' foi desativar a conta. Não tenho data definida pra voltar  e manterei meu blog já que sou colaboradora do O blog das 30 au pairs e o tadinho aqui não me ocupa tanto tempo.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Feliz 2015

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Primeiro post do ano uhhuhuhu

Que 2015 seja um ano maravilhoso para todos nós, com muita paz, saúde, alegrias. Que traga novos caminhos, novos lugares, novas viagens. Que venha cheio de culturas, de gente, de idiomas, de momentos marcantes, de sorrisos. Que 2015 seja marcado como O ANO!

Desejo o MELHOR... Que SEJA O MELHOR.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Nós deveríamos ser mais gratos!

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Nós deveríamos ser mais gratos!

Gratos por termos sido ajudados por alguém em algum momento da vida...
Gratos porque nos momentos tristes tivemos alguém do nosso lado para desabafar; Devemos ser gratos por aquela palavra amiga na hora mais precisa; 
Gratos por aquela piada sem graça do seu amigo, que  proporcionou gargalhadas que  fez doer a barriga; 
Gratos por ter tido um amigo para confiar segredos e em momentos de insegurança pedir algum conselho; 
Devemos ser gratos por saber que podemos contar com alguém até mesmo de madrugada; 
Devemos ser gratos pelos amigos que investiram horas para ouvir os nossos problemas; 
Devemos ser mais gratos pelo recadinho perguntando "como vai"; 
Devemos ser mais agradecidos e entender que ninguém chega à algum lugar sozinho! Ninguém é autossuficiente para que não precise de ninguém. 

Devemos ser sempre gratos e o principalmente:  Ser um grande amigo para outro alguém!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Ano Novo em Nova York

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Olá pessoal!

Tudo tranquilo?

Vou compartilhar com vocês a minha experiência no ano novo em Nova Iorque, os pros e contras e se eu voltaria a fazer este programa novamente.

Antes de tudo, é inegável que New York é uma cidade maravilhosa, sua autenticidade, singularidade é encantadora, como muitos dizem ‘’Uma floresta de pedra’’.New York é um tipo de cidade que agrada a todos os gostos, amantes da cultura, arquitetura, artes, museus, esportes. É uma cidade completa. Eu tive a oportunidade de explorar a cidade é foi amor à primeira vista, você encontra de tudo, vê de tudo, é como se o mundo todo estivesse lá. É louco! É uma diversidade de gente, idiomas, culturas – se você quiser comer uma comida da Mongólia pode ter na certeza que você encontrar – Essa multiculturalidade é estonteante, incrivelmente lindo.


Diante disso tudo, eu seria incapaz de negar o convite das minhas amigas de ir para Nova Iorque passar o ano novo. Infelizmente todas as vezes que visitei NY foi no inverno, frio intenso e muita neve, mas não foi por conta disso que deixei de aproveitar a cidade eu visitei tudo o que tinha direito, andei o dia inteiro! Hotel era só para dormir mesmo. Rs

Como a temperatura não era o problema e passar o ano novo em Nova Iorque seria uma experiência diferente, arrumei minhas malas e me mandei para a cidade que nunca dorme. No dia 31 de dezembro, data do meu aniversário (Eu sei, que dia pra nascer), comecei a me organizar para a grande noite fui para o hotel, me arrumei, e cai fora para a Times Square. Saí cedo, pois foi informado que por motivo de segurança algumas ruas iam ser interditadas, e por consequência, algumas estacoes de metro não funcionariam e que nos levaria a esperar um bocado até chegar à famosa avenida.

Até ai, tudo tranquilo, a final até no Rio de Janeiro em dia de ano novo é aquela confusão na rua, esquema de segurança e tudo mais, porém depois de descer na estação que dava nas ruas próximas a Times Square eu comecei a pensar de que talvez esta não fosse uma boa ideia.


Vamos as minhas considerações:

- Como citei acima o inverno nunca foi problema para mim, nunca deixei de ir para Nova Iorque por causa do clima, lógico, saia na rua com três casacos, duas meias, duas calças, e botas a prova d'água e cachecol, por estes motivos, nunca passei frio. Contudo, uma coisa que eu só percebi no dia de ano novo foi que apesar do frio (que era muito intenso durante o dia) à noite a temperatura caia terrivelmente. Pense comigo, eu passava o dia inteiro caminhando por NY com todas aquelas roupas, quando chegava a noite, eu não andava mais, ia pro hotel e ficava, logo eu não percebia que a temperatura caia ainda mais e se eu precisava daquelas roupas todas durante o dia, a noite eu precisaria do triplo.

- Eu, como brasileira, não tenho o habito  de checar a previsão do tempo, alias, tenho um argumento em minha defesa! Todas as poucas vezes que verifiquei a previsão estava errada, do tipo, que iria fazer sol quando na verdade chovia.

- Depois da questão do frio, outra coisa que percebi foi o humor frio do povo que estava lá (americanos e o resto do mundo), não tinha uma música papo animado, gente feliz. Eram só um bando de pessoas ‘’presas’’ nos quarteirões da Times Square. O esquema de segurança era feito da seguinte forma: eles fecharam a rua em blocos e conforme iam enchendo eles iam chegando, ou seja, quem entrava naquele quarteirão não podia sair.

- Você deve estar se pensando: ‘’Peraí, eu sempre vejo que eles fazem um show com vários artistas, é lindo!’’ – Sim, eles fazem, mas lembra do que eu falei sobre dividir a rua em blocos, então, para você conseguir assistir a este show lindo (na TV), você deveria chegar cedo e praticamente passar o dia inteiro lá, afinal, depois que enche o quarteirão eles fecham e ninguém sai ou entra.

- Nos optamos por ir à tarde/noite e ficamos três quarteirões pra trás e não ouvimos nem sequer o eco do show vindo do palco.

- Aquela famosa bola que desce do prédio é tao pequena e desce tao rápido que não dá tempo nem de piscar, quando você vai ver já foi.

-Fogos? Que fogos! Sabe o festival de queima de fogos da praia de Copacabana, que cada ano eles investem mais para aumentar o tempo do festival e formas mais bonitas. Então, em Nova Iorque não é nada disso! Eu contei nos dedos, foram 5 foguinhos, sem cor, sem forma, só o barulho mesmo. Tá, tudo bem! É numa avenida, cheia de prédios, não dar pra fazer um show.

Conclusão:

Meus pés congelaram (mesmo com duas meias e uma bota a prova d’água), fiquei de mau humor pela situação: frio, muita gente presa em um lugar só, falta de animação, musica, lojas fechadas, sem um churrasquinho de gato ect.. Eu não passaria por esta situação novamente, foi uma experiência, só para dizer que já fiz, mas não o faria novamente.

Eu acho que se você pagar para passar o ano novo em um hotel/bar/balada pode valer a pena, não foi o meu caso.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Thanksgiving Day - Dia de Ação de Graças.

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Dia de ação de graças (Thanksgiving) é comemorado nos Estados Unidos e no Canadá na última quinta-feira do mês de novembro. O feriado é  uma forma de demostrar gratidão a Deus por todas as bênçãos concedidas durante o ano. Como no natal, o dia é comemorado com a família e amigos queridos com uma grande e farta ceia e, é claro, como o famoso e indispensável turkey.

Como nos dois estados americanos que eu morei tive a oportunidade de comemorar o thanksgiving duas vezes em um dia, a primeira com minha host family (geralmente eles jantam por volta das 4pm/5pm) e a segunda ceia com meus amigos brasileiros, que cá entre nós não tem hora certa para jantar, alias, nunca jantam cedo.

Como no Brasil não temos esse hábito de comemorar o dia de ação de graças, eu achei uma experiência incrível fazer parte dessa celebração, é como se houvesse natal duas vezes, a única diferença é que não tem troca de presentes. Para quem está viajando, aconselho a não trocar passar datas comemorativas com nativos daquele determinado país que você esteja morando por outro evento, infelizmente já vi intercambistas que aproveita feriados como estes para sumir da casa da família hospedeira, a não ser que sua família seja insuportável, não faca isso! Lembre-se, pode ser a melhor oportunidade para aprender mais sobre a cultura local.


sábado, 15 de novembro de 2014

Quem inventou o carro manual?

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Coisinha para complicar a vida é esse tal de cambio manual, né não?!

Eu tirei minha habilitação faz alguns anos, tive pouca experiência dirigindo no Brasil e viajei para os Estados Unidos onde morei por dois anos. Lá eu tive que tirar minha habilitação novamente, passar pelas mesmas etapas: prova teoria + prova prática (como já falei aqui), a única diferença é que lá nos EUA não existe carro manual, só automático.

Lógico que eu não estou reclamando, cambio automático é a tudo além de facilitar a vida de qualquer ser humano. Eu lembro que assim que depois de uma semana na casa da minha  host family, a host mom me levou para dirigir pelo bairro para eu conhecer o caminho, lembro que era a noite e eu estava super tensa, mesmo assim eu fui com a cara e a coragem e somando a paciência dela em uma semana eu estava craque dirigindo para cima e para baixo. Muito dessa confiança em dirigir logo em seguida se deve ao carro automático, nada de passar marcha, embreagem e coordenação motora... tudo isso é muito chato e complicado, pelo menos pra mim.
Eu sinceramente não entendo o luxo que envolve em ter um carro automático no Brasil (luxo no sentido de ser extremamente caro), chega a ser ridículo os preços de um carro zero. - Lamentações de lado -  Para quem está indo para os Estados Unidos fazer o intercâmbio/viajar/morar não tenha medo, o carro automático é a melhor invenção de todos os tempos! ;)

Ps: Eu usei estes carros na viagem que eu fiz pela costa oeste dos EUA (Califórnia, Arizona e Nevada) e Washington DC.