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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Onde comprar nos Estados Unidos?

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Hello people,

O intercâmbio de au pair foi minha primeira viagem internacional, não sabia muito sobre o que esperar e não tinha a manha de em quais lugares comprar, o que é caro ou barato, onde teriam mais opções melhores de produtos e afins. Lembro que minha primeira compra de roupas (casacos) foi na Maycy´s, isso porque no mini mal que tinha perto da minha casa não tinha muitas coisas e por isso acabei comprando, mas depois de um tempo que eu estava mais por dentro, descobri que tinha gastado mais do que o justo.

A Maycy´s é uma loja mais robusta e quem vive do salário de au pair deve comprar somente quando estiver on sale. Eles vendem grandes marcas (há também as marcas poucos conhecidas), e em sua maoria o preço é full dificilmente achará um preço menor que no mercado. Por isso, digo, corra da Maycy´s (rsrs) - Só se estiver em promoção ou se o produto que você esteja procurando só tenha lá.

 A Burlington Coat Factory é uma loja de departamento que eu super recomendo, tem preços mega acessíveis (mesmo sem promoção), vale muito comprar lá. Meus casacos/sobretudo de inverno Calvin Clein e Michael Kros foram comprados lá, o preço variou entre $80 e 120 dólares. Considerando a marca e qualidade, valeram super a pena, na loja CK ou MK eu nunca acharia o mesmo casaso com o mesmo preço. Além disto, lembro que sempre que ia comprava meias, calcinhas e sutiãs, além de pijamas porque eram muito mais barato – estes não eram de marcas conhecidas, mas a qualidade era boa e com o preço muito barato. Alem disto, a parte de sapatos também vale a pena, lembro que comprei uma bota da Tommy por $25 obamas.

Falando em sapatos, Payless é pra você. É uma de calçados que tem Always uma promoção de compre um e ganhe outro pela metade do preço. A maioria dos meus high shoes foram comprados lá, nesta promoção.
Marshalls e T.J. Maxx também são uma loja de departamento que vende as melhores marcas, sempre comprei perfume lá, meus perfumes Calvin Klein são da loja rs. Preços acessíveis, uma vez comprei um kit CK feminino de 100l + Creme hidratante por 24 obamas. Além disto, você encontra roupas de marca por preços incríveis – Comprei uma calça jeans da CK por 20 dólares. – Lógico, ir nestas lojas é procurar porque às vezes não são bem organizadas e tem que ter um pouco mais de paciência para achar algo legal.

Ross Stores é especial rs, vou explicar. Reparei que ela vende para determinado estilo dependendo do lugar que esteja. Eu morava na Philadelphia, no subúrbio, pessoal de classe media, logo, as lojas, eram mais organizadas e as roupas tinha estilo, americano olho azul (tenho que tomar cuidado ao tentar explicar isso para não parecer preconceituosa). O que eu percebi, foi que durante uma visita ao um bairro de afro americanos, percebi que a mesma Ross não tinha o mesmo estilo que estava acostumada, as roupas tinha cores e design diferente, como os produtos de cabelo que eram voltados para os crespos e tal.. Por que eu estou dizendo isto, porque pra mim, a Ross é a única loja que muda sobre o que vender dependendo do bairro que esteja o que não ocorre com outras lojas.

O post tá enorme, últimos pontos... ehehehe

Lojas que vendem produtos por um dólar que eu fui: Five Below e Dollar Tree. Eles vendem comida, produtos de higiene. É como se fosse um mini mercado, mas para ser honesta nunca comprei essas coisas, as marcas não eram conhecidas eu tinha um pouco de receio, mas o que eu comprava era produtos de papelaria, cartões de aniversario, papel para presente, vela, essas coisas que não são comestíveis/passar na pele. Acho arriscado.

Produtos em grande quantidade: Costco e BJ's Wholesale Club. Quando eu estava voltando visitei estas duas lojas para comprar pacotão de coisas pra levar. Comprei suplemento como Centrum, 250 comprimidos por 10 obamas. Aqui no Brasil são caríssimos, eu fiz a festa lá; desodorante Dove, pacote com 5 por 12 e pouco... Produtos para higiene pessoal em geral, remédios.. enfim.. Tudo pacotão com um preço bacana. Vale a pena.


Ufaaa... é isso! Até a próxima.

sábado, 14 de março de 2015

Qual foi seu maior perregue??

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Estes dias eu estava conversando com as zamigas da faculdade sobre qual foi a maior aventura que tínhamos vivido e isso foi ótimo porque eu lembrei de uma AVENTURA que vivi no fim de ano em New York.
Pra quem não sabe, eu sou bastante metódica quanto organizar viagens, além da questão financeira (soma/divide/subtrai), eu gosto de ter tudo devidamente planejado e organizado. Nunca na minha vida vou sair sem ter lugar certo para dormir ou não ter um guia me dizendo qual ônibus pegar ou lugares pra ir. Só que nesta viagem para NY, eu coloquei essa organização toda de lado e arrumei as malas sem reserva de hotel, só com a passagem garantida.  Essa viagem foi em época de ano novo e como eu tinha desistido de passar na Philadelphia, resolvi ir com umas amigas e ‘’tentar’’ a sorte.
                                               

Chegando lá, não consegui quarto disponível e por incrível que pareça eu não fiquei desesperada, fui andar pela cidade, numa dessas paradinhas para comer um fast food, uma amiga encontrou uma outra amiga e entre o bate papo das duas, essa amiga ficou sabendo da minha situação e  me convidou a passar uns dias na casa desta terceira amiga enquanto minha estadia em New York. Confuso, né? Rs
Resumindo, passei três dias com duas meninas desconhecidas, mas extremamente agradáveis e hospitaleiras. Foi incrível!
Até hoje, não tenho uma explicação para o que conheceu comigo  por ter dado a ‘’louca’’ e ter feito essa viagem sem ter um muquifo pra dormir. Foi legal? Foi. Mas acho que não consigo ter este espirito de aventureira ao extremo (acho que para homens este perfil comina melhor.).
Eu não aconselho este tipo de viagem (não planejada), como já disse por aqui, pode acontecer um milhão de coisas em uma viagem, mesmo que planejada, imagine quando ela não é.
Enfim, esta viagem foi tensa, mas com um desfecho feliz.

E vocês, já passaram por algum perrengue? 

terça-feira, 10 de março de 2015

Plano de Celular nos Estados Unidos.

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Comunicação é algo extremamente importante para quem vive no exterior, ter contato com a família é amigos é essencial.  Muitas pessoas me perguntaram se eu senti saudade de casa durante este período de dois anos e a resposta é sempre a mesma, NÃO. É, mas não se assustem! essa resposta é razoável para quem fez questão de comprar um pacote de telefone ILIMITADO para ligar para o Brasil.

Quando morei na Philadelphia conheci uma brasileira, gente fina, e amigona que me apresentou o Plano de Celular na Metro PCS. Esta operadora oferece planos internacionais pelo valor de $60 (fixo) para falar ilimitado, isso mesmo, ILIMITADO para qualquer fixo do Brasil. Mao na roda, né?! Eu ligava para o Brasil, todos os dias, all the time.
Lógico que isso vai de cada um, tem gente que prefere o Skype mesmo, na verdade, só conheci durante estes dois anos, uma au pair que tinha um plano como este. Ela tinha o Plano da Nextel que os pais fizeram no Brasil.
A Metro PCS é muito boa, tem uma boa cobertura pelo EUA. Viajei para Massachuttes, New York, Michigan e Pensylvania (Eu morei lá) é sempre tinha sinal, porém no segundo ano, quando me mudei para Virginia a Metro PCS me deixou na mão. Não funcionava de jeito nenhum, fiquei chateada, porque aquele telefone era minha válvula de escape para falar com ‘’meu povo’’. Até que um dia, na loja de conveniência 7eleven, achei perto do caixa a venda do aparelho de telefone da T-Moblie com o mesmo plano e preço que eu costumava a pagar na outra operadora. Vi minha salvação ali e não hesitei em comprar naquela mesma hora.
Vale a pena falar que todas as duas operadoras oferecem o plano SEM TER que assinar um CONTRATO. É só comprar o chip e pelo site da operadora pagar o credito de $60 informando seu número de telefone. É como se fosse pré-pago, você carrega $60 e fala ilimitado por um mês.
Legal, né?!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Morar fora é pra você??

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Tem gente que acha que mudar de país é como mudar a cor do cabelo, só comprar a caixinha de tinha, e se a cor não ficar legal basta mudar novamente. Fácil e prático! Porém, o buraco é mais embaixo.
Quem já morou fora sabe exatamente o que eu estou falando. Morar fora é diferente de viajar a passeio, a imersão cultural é bem maior.  Há tempos venho respondendo a mesma coisa: Sim, eu faria novamente o programa de intercambio, simplesmente porque morar fora sempre foi meu objetivo (vide o blog) e eu já tinha uma ideia do que me esperava e do que eu estava disposta a sacrificar.
O que eu tenho achado graça ultimamente é que quando eu conto/ou quando alguma pessoa vê fotos lindas nas redes sociais da viagem pela Europa ou EUA acha que morar fora é um mar de rosas e que tudo é um  lindo conto de fadas, com o céu de algodão doce e cheiro de rosas vermelhas (Fantasia né?!). Basta você comentar sobre sua vida no exterior que a pessoa fala que isso é a vida dela e que sonha com isso desde que era um feto! (Me poupe!).
Observe, eu não estou sendo negativa em relação a morar fora, muito pelo contrario, eu incentivo todo o mundo a ter este tipo de experiência, como a que eu tive, porém você deve se atentar que tudo na vida exige um sacrifício. Imagine, se no Brasil, seu país de origem, já não é fácil pense morar em um país que não é seu, com um idioma que você ‘’não domina’’ e com uma cultura totalmente diferente da sua. Não galera, não é molezinha quanto quem nunca viajou para fora do país pensa!  Você já deve ter ouvido falar no tal do choque cultura, certo? Pois é, ele existe.
O que eu quero dizer com isso tudo é que antes de tomar uma decisão como essa você deve analisar o que você está disposto a sacrificar (a não ser que você seja milionário, e tem a disposição: casa, carros e empregados. Daí você esquece que leu o post.). Sabe a zona de conforto? Morar fora significa sair dela, você vai ter que se virar sozinho, não vai ter mais a barra de saia da mamãe e, se até seus quase 30 anos você viveu nela pense 2 vezes antes de colocar o pé na estrada.
Estou dizendo isso, porque já vi isso acontecer. Pessoas que pagam programa de intercambio  com duração de um ano e volta pro Brasil com três meses porque não sobreviveu.

Morar fora é começar do zero. Fazer novos amigos (o que algumas vezes pode ser difícil de acontecer nos primeiros meses, e você terá que ser maduro o suficiente para aguentar isso. PS: Aconteceu comigo.);  É cuidar de você mesma se ficar doente, É saber administrar o seu dinheiro; É aprender a ser mais responsável  e pagar as contas da casa; É aprender muita das vezes a engoli o choro; É guardar o orgulho; É saber lidar com a indiferença do nativo do país que for viver ( Sim caro amigo, existe um preconceito com imigrantes. Já passei por isso); É saber entender diferentes culturas; É saber conviver sem o feijão e arroz de todos os dias; É estar disposto a tudo; É muita das vezes ter que abrir mão dos próprios interesses para ganhar mais a frente...

As fotos nas redes sociais são lindas. Viajar é incrível. A neve é maravilhosa. Mas você deve ter em mente que não é só isso.
Fazer um programa de intercambio é muito mais do que SÓ viajar, é imersão cultural mesmo! É estar disposto a aprender sobre o outro e abrir mão da sua comodidade.
Se a vontade de fazer um intercambio só surgiu pelas fotos que você viu do seu amigo no facebook, sugiro que você tire férias and have fun. Intercambio cultural is not for you. =)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Planejando viagens

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Vamos planejar nossas viagens financeiramente? – Quem é já morou no exterior com a renda apertada, sabe do que eu estou falando.  Estava lembrando da viagem mais longa que fiz pelos Estados Unidos, que foram 9 dias, passando pela Califórnia, Arizona e Nevada.

Se você, assim como eu, não vai contar/não conta com nenhum dinheiro extra para complementar a miséria do salário do intercambio, vai aí uma dica que deu super certo para economizar dinheiro em um país mega consumista.

Em primeiro lugar, calcule os gastos de sua viagem (obvio), exemplo:

Hostel (Albergue)  - $45/diária -
Estou jogando por alto o valor. Provavelmente você encontrará valores menores. Outra coisa, sim, escrevi albergue! Em uma viagem ‘’apertada de money’’ nada de luxos!! Fora que esta opção não tem nada de ‘’ pior opção do mundo’’ , existem inúmeras vantagens em se hospedar em um Hostel.

Transporte:  - Pesquise valor do transporte público da cidade que você vai visitar. Se você optar pelo aluguel de carro faça a seguinte conta: Aluguel+Seguro do Carro+Gasolina+ Estacionamento+ Pedágio -
Mapeie o lugar que você vai, a localização do seu Hostel e os lugares que você pretende visitar. Pesquise as linhas de ônibus/metro e os valores das passagens (sim, preços mixarias entram na conta) e principalmente o tempo que você irá gastar no trajeto usando transporte público.  Se o tempo for longo, é obvio que não irá compensar e o aluguel de carro  será uma opção. Por outro lado, alugando o carro você terá o custo do aluguel, gasolina, estacionamento e eventualmente pedágios. Se você for viajar em grupo, poderá dividir estes gastos e não ficara caro para ninguém, agora, se você for sozinho terá de calcular bem ‘’calculadinho’’ rs.

Alimentação: - Fast foods $10 ( Nunca achei comida cara nos EUA), mas se voce nao gostar de Mc Donalds, pode optar pelo seguinte: Separa um valor para comida diária, exemplo: Eu só tenho $50/dia para gastar com comida.
Você não vai querer almoçar/jantar no melhor restaurante da cidade, claro que não. Lembre-se: VOCE É POBRE! Rs. Aqui vai uma dica legal, geralmente (dê preferencia as que oferecem o serviço) os hostel/hotel oferecem o café-da-manha, e isso caro amigo (a) é a ótima oportunidade de preparar o lanche da viagem ahahahhaha. Sim, estou falando sério, sem sacanagem e não é vergonha alguma, a final você esta pagando rs. Voltando pro almoço/jantar, eu sei que pode ser enjoativo, mas de preferência as fast food pelo menos nos primeiros dias porque dai você vai ter uma noção das suas finanças. Foram que não existe só Mc Donalds tem inúmeras opções ( Eu amava Taco Bell)

Presentes: - Calcule da mesma forma da alimentação. Eu só tenho $30 para gastar com presentes -
Este item deve ser o ultimo a ser comprado. Se você esta com a grana curta não vai querer sair comprando presentes no primeiro dia de viagem. Deixe pra os 3 últimos dias, isso porque você vai saber de fato o quanto gastou e o quanto poderá gastar.

Dinheiro extra: - Além de somar todos estes gastos, acrescente um dinheirinho extra. Eu levei $400 de fundo de emergência. - Não precisei usar tudo, mas é sempre bom ter -
Sim, apesar de sua viagem ser contadinha, até nos míseros 1 cents, você tem que pensar no dinheiro de emergência. Em uma viagem pode acontecer de tudo e um pouco como acidente/assalto/ficar doente e por ai vai. Não é ser pessimista, mas sim realista. Tudo pode acontecer. Um exemplo, em São Francisco no meu primeiro dia de viagem, eu fiquei muito gripada com direito a inflamação na garganta e para me ver livre do mal estar, tive de ir a farmácia comprar tudo que eles ofereciam para eu ficar boa logo. Um exemplo besta, mas ficar doente e comprar remédio não tinha sido contabilizado na minha lista.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Insetopia

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Essa semana eu estava conversando com uma amiga de São Paulo sobre como é morar fora e depois ter de voltar para realidade após viver dias incrivelmente maravilhosos em alguma parte do mundo. Ela estava comentando sobre a dificuldade de falar sobre o intercambio com outras pessoas, na verdade, é uma dificuldade compartilhada por todo mundo que volta depois de ter descoberto ''o mundo''.
Quem está aqui e que nunca teve uma experiência como essa, acha muito chato, enjoativo ou repetitivo todas as vezes que você vai exemplificar um assunto com fatos vividos por você no exterior. Mas não tem jeito, um bom  viajante sempre terá uma história para contar. 
Essa tem sido a dificuldade dela, pois apesar de contar e exemplificar, as pessoas a sua volta não entram na mesma sintonia, e acham que ela esta sendo esnobe por ter tido a oportunidade de morar fora e eles não.
Quando ela desabafou isso, eu comentei lembrando do filme Formiguinhas. Quem teve infância sabe que filme é esse.

Resumindo, Z é uma formiga que fica admirado com a possibilidade de existir um mundo ''fora da colônia''  e como o espírito aventureiro vai a procura deste novo mundo, a Insetopia.  Depois de passar altas aventuras pelo caminho ele chega ao destino, ficando maravilhado com o que tinha encontrado. Ao retornar a colônia, ele não consegue entender a monotonia da vida como operário na colônia, mas para as outras formigas por mais que ele tentasse mostrar que existia um mundo lá fora, isso não significava nada para elas, pelo simples fato de não terem vivido.



Foi exatamente o que eu disse pra minha amiga, por mais que ela tentasse explicar não surtiria efeito. Tem coisas que precisam ser vividas para ter algum sentido.