sábado, 7 de fevereiro de 2015

Spanglish

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Você terminou o programa de intercambio no qual seu objetivo era aprender inglês, voltou para o país de origem e decidiu aprender um novo idioma e optou pelo espanhol, daí nas suas primeiras aulas faz uma mistura danada toda vez em que é perguntado em espanhol e pensa e responde em inglês.
                                    

Pois é, você não está sozinho.
Meu primeiro semestre de espanhol foi assim, o tempo todo, all the time! Não conseguia responder uma frase sem colocar o inglês entre elas..
Era do tipo:

- ¿Cuántos años tienes?
- Yo tengo veintione. 

Motivos de risos nas aulas. Que coisa! Eu não conseguia formular uma frase sem o bendito inglês no meio das palavras.
Conversando com um e outro e até com a professora, descobri que isso é totalmente normal e aceitável para quem já tem um segundo idioma fluente.  Então, não se apavore.
O negócio é se esforçar e continuar estudando, ouvindo, lendo e falando em espanhol. Apesar de ser similar ao português eu encontro muita dificuldade, principalmente na pronuncia das coisas que fica soando meio portunhol pobre. Rs
Como tudo na vida aprender um novo idioma exige dedicação, quanto mais você se esforça melhor fica. Espero algum dia chegar aos pés da Shakira.  A mulher tem cinco idiomas fluentes, entre eles o português. É de tirar o chapéu!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Rio de Janeiro - 450 anos.

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Este ano, mais precisamente em 1 de março, a cidade do Rio de Janeiro completa 450 anos de existência. Como já era de se esperar, o calendário da cidade está cheia de atividades para quem deseja comemorar o marco em grande estilo e conhecer um pouco mais da cidade.
A prefeitura do Rio criou um site com todas as atrações que vai de janeiro a dezembro deste ano. Confira aqui.
Neste mês de fevereiro que atras com os batuques de carnaval, a agenda  do mês não vem só em ritmo de samba. Dei uma conferida e me interessei pelas exposições  ‘’A cidade idealizada – Cartões –postais do Rio de Janeiro entre 1900 e 1930’’;  Rio: Primeiras poses-visões da cidade a partir da chegada da fotografia (1840-1930); e Paisagens não vistas – Marcos Chaves.
Como podem perceber tenho uma enorme paixão por fotografias. Se você estiver passando pela cidade vale a pena conferir.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Hello February!

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Não disse, Fevereiro levou embora aquele calor insuportável que veio junto com Janeiro, pelo menos por enquanto. =)
Clima está ótimo aqui no Rio de Janeiro, principalmente para atividades ao ar livre! Minhas corridas matinais estão sendo mais prazerosas, porque ninguém merece acordar com a aquela sensação térmica de 500 graus.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Au Revoir, Janeiro.

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O mês de Janeiro está passando tão rápido quanto o ano de 2014, que foi embora que eu nem vi.  Estou com aquela sensação de que 2015 será a mesma coisa, pelo menos, esse calor infernal vai dar uma aliviada porque a sensação térmica é de estar beijando o sol. #Deus que me livre! 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Sem Noção

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Não há nada mais insuportável do que estar ao lado de uma pessoa que fica falando mal dos outros, não é mesmo? Agora imagina estar ao lado desta pessoa que faz comentários desnecessários de uma segunda pessoa que ela nunca viu na vida e o pior de tudo, na cara! Complicado, não é?! A falta de bom senso mandou lembranças.
É extremamente desagradável estar ao lado deste tipo de pessoa, além de ser desconfortável pra pessoa que recebe este tipo de ofensa (sim, a meu ver é) é também para a pessoa que esta junto, pois parece que você está de certa forma ‘’aprovando’’ este tipo de comportamento, mesmo que isso não seja verdade.
Parece que a pessoa se utiliza da famosa frase (e chula): ‘’É melhor falar na cara do que pelas costas’’ ou ‘’Eu não mando recado, comigo o papo é reto’’, para ofender pessoas alheias.  Eu acredito que ‘’o papo deve ser reto’’ quando existe algum fundamento e/ou vai ser um comentário construtivo, caso contrario, você estará sendo totalmente uma mala sem alça. Além do mais, não conhecemos as pessoas que estão ouvindo estes comentários impróprios e cada um pode reagir de uma forma, uns podem partir para briga (com razão pra isso) e outros podem ficar extremamente chateados, o que não é legal.
Comentários do tipo: ‘’Nossa! Como essa mulher anda desarrumada’’; ‘’ Cara, você não viu?! Aquilo ali é um traveco!’’; ‘’ Olha como essa velha corre’’.

O dicionário define: Sem noção: Indivíduo sem senso médio de convivência social.
Eu acho este tipo de situação tão séria e chata, que para eu não perder o ‘’clima pacífico’’ finjo que não ouvi e viro pro outro lado.  Particularmente, estes tipos de comentários que não acrescentam em nada deveriam ser guardados!

Que saibamos viver em sociedade!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Ei, passarinho...

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Eu te entendo...


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Insetopia

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Essa semana eu estava conversando com uma amiga de São Paulo sobre como é morar fora e depois ter de voltar para realidade após viver dias incrivelmente maravilhosos em alguma parte do mundo. Ela estava comentando sobre a dificuldade de falar sobre o intercambio com outras pessoas, na verdade, é uma dificuldade compartilhada por todo mundo que volta depois de ter descoberto ''o mundo''.
Quem está aqui e que nunca teve uma experiência como essa, acha muito chato, enjoativo ou repetitivo todas as vezes que você vai exemplificar um assunto com fatos vividos por você no exterior. Mas não tem jeito, um bom  viajante sempre terá uma história para contar. 
Essa tem sido a dificuldade dela, pois apesar de contar e exemplificar, as pessoas a sua volta não entram na mesma sintonia, e acham que ela esta sendo esnobe por ter tido a oportunidade de morar fora e eles não.
Quando ela desabafou isso, eu comentei lembrando do filme Formiguinhas. Quem teve infância sabe que filme é esse.

Resumindo, Z é uma formiga que fica admirado com a possibilidade de existir um mundo ''fora da colônia''  e como o espírito aventureiro vai a procura deste novo mundo, a Insetopia.  Depois de passar altas aventuras pelo caminho ele chega ao destino, ficando maravilhado com o que tinha encontrado. Ao retornar a colônia, ele não consegue entender a monotonia da vida como operário na colônia, mas para as outras formigas por mais que ele tentasse mostrar que existia um mundo lá fora, isso não significava nada para elas, pelo simples fato de não terem vivido.



Foi exatamente o que eu disse pra minha amiga, por mais que ela tentasse explicar não surtiria efeito. Tem coisas que precisam ser vividas para ter algum sentido.