sábado, 14 de março de 2015

Qual foi seu maior perregue??

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Estes dias eu estava conversando com as zamigas da faculdade sobre qual foi a maior aventura que tínhamos vivido e isso foi ótimo porque eu lembrei de uma AVENTURA que vivi no fim de ano em New York.
Pra quem não sabe, eu sou bastante metódica quanto organizar viagens, além da questão financeira (soma/divide/subtrai), eu gosto de ter tudo devidamente planejado e organizado. Nunca na minha vida vou sair sem ter lugar certo para dormir ou não ter um guia me dizendo qual ônibus pegar ou lugares pra ir. Só que nesta viagem para NY, eu coloquei essa organização toda de lado e arrumei as malas sem reserva de hotel, só com a passagem garantida.  Essa viagem foi em época de ano novo e como eu tinha desistido de passar na Philadelphia, resolvi ir com umas amigas e ‘’tentar’’ a sorte.
                                               

Chegando lá, não consegui quarto disponível e por incrível que pareça eu não fiquei desesperada, fui andar pela cidade, numa dessas paradinhas para comer um fast food, uma amiga encontrou uma outra amiga e entre o bate papo das duas, essa amiga ficou sabendo da minha situação e  me convidou a passar uns dias na casa desta terceira amiga enquanto minha estadia em New York. Confuso, né? Rs
Resumindo, passei três dias com duas meninas desconhecidas, mas extremamente agradáveis e hospitaleiras. Foi incrível!
Até hoje, não tenho uma explicação para o que conheceu comigo  por ter dado a ‘’louca’’ e ter feito essa viagem sem ter um muquifo pra dormir. Foi legal? Foi. Mas acho que não consigo ter este espirito de aventureira ao extremo (acho que para homens este perfil comina melhor.).
Eu não aconselho este tipo de viagem (não planejada), como já disse por aqui, pode acontecer um milhão de coisas em uma viagem, mesmo que planejada, imagine quando ela não é.
Enfim, esta viagem foi tensa, mas com um desfecho feliz.

E vocês, já passaram por algum perrengue? 

terça-feira, 10 de março de 2015

Plano de Celular nos Estados Unidos.

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Comunicação é algo extremamente importante para quem vive no exterior, ter contato com a família é amigos é essencial.  Muitas pessoas me perguntaram se eu senti saudade de casa durante este período de dois anos e a resposta é sempre a mesma, NÃO. É, mas não se assustem! essa resposta é razoável para quem fez questão de comprar um pacote de telefone ILIMITADO para ligar para o Brasil.

Quando morei na Philadelphia conheci uma brasileira, gente fina, e amigona que me apresentou o Plano de Celular na Metro PCS. Esta operadora oferece planos internacionais pelo valor de $60 (fixo) para falar ilimitado, isso mesmo, ILIMITADO para qualquer fixo do Brasil. Mao na roda, né?! Eu ligava para o Brasil, todos os dias, all the time.
Lógico que isso vai de cada um, tem gente que prefere o Skype mesmo, na verdade, só conheci durante estes dois anos, uma au pair que tinha um plano como este. Ela tinha o Plano da Nextel que os pais fizeram no Brasil.
A Metro PCS é muito boa, tem uma boa cobertura pelo EUA. Viajei para Massachuttes, New York, Michigan e Pensylvania (Eu morei lá) é sempre tinha sinal, porém no segundo ano, quando me mudei para Virginia a Metro PCS me deixou na mão. Não funcionava de jeito nenhum, fiquei chateada, porque aquele telefone era minha válvula de escape para falar com ‘’meu povo’’. Até que um dia, na loja de conveniência 7eleven, achei perto do caixa a venda do aparelho de telefone da T-Moblie com o mesmo plano e preço que eu costumava a pagar na outra operadora. Vi minha salvação ali e não hesitei em comprar naquela mesma hora.
Vale a pena falar que todas as duas operadoras oferecem o plano SEM TER que assinar um CONTRATO. É só comprar o chip e pelo site da operadora pagar o credito de $60 informando seu número de telefone. É como se fosse pré-pago, você carrega $60 e fala ilimitado por um mês.
Legal, né?!

domingo, 8 de março de 2015

Removedor de esmalte - Studio 35.

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Descobri uma belezinha essa semana que irá facilitar e muito a minha vida. É o removedor de unhas super pratico, mil vezes melhor do que aqueles lencinhos umedecidos.


Esse potinho maravilha, foi indicado por uma colega de trabalho que viu as condições precárias que se encontravam  as minhas unhas, a mão direita super lindinha, já a mão esquerda com as unhas descascando. No dia anterior eu tinha até ‘’planejado’’ remover os esmaltes das unhas, mas cheguei tão tarde e cansada em casa que eu esqueci.
Para muitas pode não ser novidade, para mim foi a descoberta da pólvora. rs Esse potinho é muito prático, dá pra remover o esmalte na rua, andando, no ônibus etc...

Só tem um porém, só achei em uma farmácia no centro do Rio, a Pacheco. De qualquer forma, vale a dica, além do mais dá pra comprar online.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

A cor do vestido é CINZA!

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Nunca vi tanta repercussão para uma bobeira de cor de vestido. Brasileiro é fogo mesmo! É cultural, daí não dá nem pra criticar. É de saltar os olhos ao assistir um programa de TV matinal, convidar um ‘’especialista’’ para explicar o porquê do vestido ‘’mudar de cor’’. É muita falta de noticia ou estamos perdidos mesmo. Coisas desse tipo é bater palmas pra maluco dançar. #Deusquemelivre. 


Ah, eu vejo CINZA.


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Minha arte...

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Não é novidade nenhuma (pra quem me conhece) que eu amo fotografar. Sempre que possível, em viagens, objetos, coisas, natureza, gente! Amo.  Domingo passado fotografei minha amiga de infância, então estávamos super a vontade, tanto eu quanto ela. Durou cerca de 3 horas e o local não poderia ter sido melhor: Paroquia de São Francisco Xavier e não, eu não sou católica, mas como você já viu por aqui eu amo arquitetura antiga e fiquei chateada em saber que a igreja não realiza casamento de não católicos (o local é DIVINO). A paroquia foi construída entre os anos de 1662 e 1696, visto o valor histórico e cultural a igreja foi tombada pelo IPHAN. O local é point dos fotógrafos profissionais, devido à belíssima vista e a tranquilidade que o lugar transmite.

Eu tenho certo ‘’problema’’ com o perfeccionismo, não em relação aos outros, mas cobro muito de mim mesma. Quando faço qualquer coisa que envolve uma segunda pessoa tenho a necessidade de que este algo saia perfeito e sempre acho que o que está bom pode melhorar, mas preciso confessar que A-M-E-I ter feito este ensaio e que foi além das minhas expectativas (foi o primeiro). Amei tanto que tenho que rever toda hora rs.

Vamos ao que interessa:




                                                                                        




sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Morar fora é pra você??

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Tem gente que acha que mudar de país é como mudar a cor do cabelo, só comprar a caixinha de tinha, e se a cor não ficar legal basta mudar novamente. Fácil e prático! Porém, o buraco é mais embaixo.
Quem já morou fora sabe exatamente o que eu estou falando. Morar fora é diferente de viajar a passeio, a imersão cultural é bem maior.  Há tempos venho respondendo a mesma coisa: Sim, eu faria novamente o programa de intercambio, simplesmente porque morar fora sempre foi meu objetivo (vide o blog) e eu já tinha uma ideia do que me esperava e do que eu estava disposta a sacrificar.
O que eu tenho achado graça ultimamente é que quando eu conto/ou quando alguma pessoa vê fotos lindas nas redes sociais da viagem pela Europa ou EUA acha que morar fora é um mar de rosas e que tudo é um  lindo conto de fadas, com o céu de algodão doce e cheiro de rosas vermelhas (Fantasia né?!). Basta você comentar sobre sua vida no exterior que a pessoa fala que isso é a vida dela e que sonha com isso desde que era um feto! (Me poupe!).
Observe, eu não estou sendo negativa em relação a morar fora, muito pelo contrario, eu incentivo todo o mundo a ter este tipo de experiência, como a que eu tive, porém você deve se atentar que tudo na vida exige um sacrifício. Imagine, se no Brasil, seu país de origem, já não é fácil pense morar em um país que não é seu, com um idioma que você ‘’não domina’’ e com uma cultura totalmente diferente da sua. Não galera, não é molezinha quanto quem nunca viajou para fora do país pensa!  Você já deve ter ouvido falar no tal do choque cultura, certo? Pois é, ele existe.
O que eu quero dizer com isso tudo é que antes de tomar uma decisão como essa você deve analisar o que você está disposto a sacrificar (a não ser que você seja milionário, e tem a disposição: casa, carros e empregados. Daí você esquece que leu o post.). Sabe a zona de conforto? Morar fora significa sair dela, você vai ter que se virar sozinho, não vai ter mais a barra de saia da mamãe e, se até seus quase 30 anos você viveu nela pense 2 vezes antes de colocar o pé na estrada.
Estou dizendo isso, porque já vi isso acontecer. Pessoas que pagam programa de intercambio  com duração de um ano e volta pro Brasil com três meses porque não sobreviveu.

Morar fora é começar do zero. Fazer novos amigos (o que algumas vezes pode ser difícil de acontecer nos primeiros meses, e você terá que ser maduro o suficiente para aguentar isso. PS: Aconteceu comigo.);  É cuidar de você mesma se ficar doente, É saber administrar o seu dinheiro; É aprender a ser mais responsável  e pagar as contas da casa; É aprender muita das vezes a engoli o choro; É guardar o orgulho; É saber lidar com a indiferença do nativo do país que for viver ( Sim caro amigo, existe um preconceito com imigrantes. Já passei por isso); É saber entender diferentes culturas; É saber conviver sem o feijão e arroz de todos os dias; É estar disposto a tudo; É muita das vezes ter que abrir mão dos próprios interesses para ganhar mais a frente...

As fotos nas redes sociais são lindas. Viajar é incrível. A neve é maravilhosa. Mas você deve ter em mente que não é só isso.
Fazer um programa de intercambio é muito mais do que SÓ viajar, é imersão cultural mesmo! É estar disposto a aprender sobre o outro e abrir mão da sua comodidade.
Se a vontade de fazer um intercambio só surgiu pelas fotos que você viu do seu amigo no facebook, sugiro que você tire férias and have fun. Intercambio cultural is not for you. =)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Bisbilhoteiros

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Se existir uma lista de coisas que eu não suporto, gente bisbilhoteira estaria no topo dela. Sabe aquela pessoa insuportavelmente chata que fica perguntando ou comentando sobre sua vida. Vira e mexe eu tenho topado com vários (as) deste tipo por aí, principalmente depois do intercâmbio - O que é normal. experiência boa todos querem saber -.Mas para mim isso passar a ser chato quando a pessoa pergunta: "Quanto era seu salário"; "Você fez muito dinheiro lá?"; " Quanto você trouxe?"; ‘’ Não casou com um americano porque?’’ (Oi?!).

 Quer me matar? Faça uma destas perguntas! 
Além disso, ainda existem os fulanos que te observam no cotidiano e quando te vê não perde a oportunidade de perguntar tipo: “ih, comprou um carro novo"; "Ué,  hoje vai a pé"; "Você faz faculdade de que?"; "Seu inglês TEM de estar fluente, já que você morou dois anos nos Estados Unidos" – Essa pergunta em especifico me mata. Eu não TENHO que ser fluente só porque morei dois anos no exterior, eu poderia ter outros objetivos que não  este ( não foi o caso, mas mesmo assim).
A partir disso você começa a perceber que  participa de um Big Brother e nem sabe. Eu já falei comigo mesma, só irei tolerar este tipo de comentário com gente idosa (por respeito e por entender que a partir de certa idade já não é possível ter discernimento com certo tipo de coisas.), fora isso responderei educadamente à altura.

Mas tenho que confessar uma coisas, gente bisbilhoteira não é só coisa de Brasil não, lá nos Estados Unidos eu tinha uma vizinha que toda oportunidade que me via corria pra puxar assunto e perguntar sobre a família que eu morava. Não era perguntinha do tipo ‘’ Eles estão bens’’, mas do tipo ‘’Eles saem pra date night’’; ‘’ Sua host mom foi viajar, Volta quando? Foi a trabalho?’’, sempre que podia eu desviava a conversa, mas parece que as pessoas simplesmente não se tocam.