sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Primeira impressão é a que fica... S-E-M-P-R-E!

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Esta semana fui a uma palestra no ramo de comércio exterior,nada voltado para estudantes universitários, nada disso, o assunto era para gente ''grande''. A palestra estava voltada para relações comercias entre Brasil e China e era patrocinado por um banco aqui do Brasil, tudo muito bem organizado e acredito eu, só tinha conhecedores da área. 

Eu fui convidada por uma amiga e como uma estudante de Relações Internacionais (suspiros), não podia ficar de fora e aceitei logo de cara, neste evento só tinha empresários, investidores ect... foi muito bom a experiencia em ver como funcionam as relações mais de perto =)

Contudo, tenho que fazer algumas observações e, eu acho que eu fui muito motivada/influenciada a isso depois que morei um ano durante meu intercambio na casa de executivos, a forma de vestir/falar/andar/comer/sentar etc.. foram uma das coisas que mais me chamaram a atenção neste evento.

Antes de mais nada eu quero deixar claro que não sou do tipo que sai de casa de salto alto todos os dias, nem que acompanho as tendencias da moda, muito pelo contrário, acho que o ponto que eu quero chegar vai muito além disso mas acredito que há momento pra tudo, gosto pra tudo e ocasião para tudo por isso fiquei de boca aberta com algumas situações:

Primeiramente o banco organizador do evento quis vender seu produto ( o que é lógico) e para isso tinha uma representante do tal banco que abriu a palestra e fez a apresentação, o que me chamou/gritou/berrou nesta situação foi a forma que a fulana estava vestida, sim, reparei nisso. Podem me chamar do que quiser mas se eu estou representando um banco em uma sala cheia de investidores/empresários, no minimo procuraria me vestir o mais formal possível, não vou nem entrar no ponto de que a tal palestrante estava sem maquiagem, unhas mal cuidadas e cabelo do estilo ''acabei de acordar''. Acho que resumindo em uma palavra desleixo resumiria. Como uma imagem vale mais que mil palavras, segue o look da tal palestrante/representante do banco.

Um casco básico e um vestido longo de algodão.  Eu não tenho nada contra, e acho que o look cairia super bem em um passeio/shopping/mercado/viagem/festa de aniversário mas não em um evento de negócios no qual a maioria dos convidados estavam vestidos formalmente. Até a simples graduanda de RI estava forma e a tal fulana representante do banco não.




Não sei se estou sendo crítica demais mas pelo menos acho que isso deveria ser o mínimo em um ambiente corporativo. Como a frase que ilustra o titulo do post  ''A primeira impressão é a que fica'',  e fica mesmo, eu sempre vou lembrar da tal fulana por este dia, e essa falta de atenção com a roupa, sei lá eu me senti como se ela não ser importasse/desse a minima pro pessoal lá... Tipo '' to nem aí, vide minha roupa''. Fora isso, tinha uma coisa talvez menos importante e que também me chamou a atenção que foi a completa falta de dicção, parecia que ela estava sem ar, a voz embargava e muita das vezes eu não conseguia entender o que ela estava querendo falar, tudo bem que o nervosismo ajuda muito e quem nunca ficou nervoso atire a primeira pedra mas por outro lado, ninguém daquela sala sabia mais do produto que ela estava vendendo do que ela mesmo e o nervosismo muitas das vezes esta ligado a falta de confiança.  Para uma pessoa que se apresentou como parte de um grupo de gerenciamento de um banco, deixou MUITO a desejar.

Agora, eu aqui com meus botoes penso: Se eu cheguei a esta conclusão, imagine os donos do dinheiro, será que alguém se animou a querer saber mais do produto do tal banco? Eu tenho minhas dúvidas. 

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Canon College - Review

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O Canon College aconteceu em agosto aqui no Rio mas só agora resolvi postar meu review ehehehe. (falta de tempo responde).

Bom, vamos ao que interessa.. Eu achei que valeu super a pena,  muito interessante a forma clara e objetiva com que foi conduzido o workshop, além do instrutor que soube levar a aula com muito bom humor sem deixar ser cansativo.

Contudo, sempre tem algo que pode melhorar:
  1.  A sala era muito pequena para o numero de inscritos;
  2. O telão era minusculo quem chegou em cima do horário e teve que sentar nas ultimas fileiras tinha dificuldade de enxergar as informações;
  3. Cadeiras mega desconfortáveis;
  4. A aula começou com atraso.
Eu fiz o básico, e farei o intermediário se eu tiver a chance. Tive a oportunidade de conversar com algumas pessoas e percebi que os participantes eram de principiantes a profissionais da fotografias, estes buscavam uma ''reciclagem'' de algumas técnicas. 

sábado, 6 de setembro de 2014

Eu sei, mas não devia.

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Eu sei, mas não devia
Marina Colasanti

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
O texto acima foi extraído do livro "Eu sei, mas não devia", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996, pág. 09.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Canon College

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Canon College aí vou eu!

A primeira vez que eu vi falar sobre esse projeto da Canon foi no blog Lomogracinha, um blog de fotografia bastante interessante, pena que anda desatualizado. Eu achei este blog procurando pelo google, tem várias dicas legais e é bastante útil para quem procura se aperfeiçoar na área.

Bom, voltando para Canon College, pelo o que eu vi no Blog das meninas esse projeto começou em 2011 em São Paulo, e era totalmente gratuito, segundo o post as inscrições acabavam em minuto - Obvio, de graça, quem não quer? - Acho que o sucesso foi tao grande que eles começaram a cobrar (70,00 Básico e 100,00 o intermediário.), quem foi gostou e disse que vale a pena. Passaram, dias, semanas, meses, anos e estou eu no Facebook quando vejo a propaganda do Canon College na cidade maravilhosa, lógico que não poderia perder a oportunidade e fiz minha inscrição.

Apesar de ser um workshop de 3 horas, acredito que vale a pena sim, cada centavo. Depois eu volto aqui com minhas análises sobre o curso.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Não, o HEXA não vem aí.

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Acabou-se o que era doce, ou não tao doce assim. 

A verdade era que o Brasil não estava preparado, a seleção teve sorte nos primeiros jogos por não ter pegado uma seleção como a da Alemanha na primeira fase. Lógico, como uma boa brasileira iria torcer até o último minuto e dizer que a seleção ainda tinha alguma chance apesar do fato (7 gols) provarem o contrário. 

Estava aqui lembrando a copa de 2010 quando nas quartas de finais o Brasil perdeu para Holanda, chorei feito criança! Que fase. Neste jogo não, águas passadas... Infelizmente o time canarinho não está em uma boa fase, essa leva de jogadores não estão no seu melhor momento, na verdade a seleção não joga bem desde 2006. O engraçado é ver Ronaldo como comentarista da Globo metendo o pau na seleção, em especial, o Fred - Tudo bem que ele não jogou nada nesta copa, mas me diga, não estava muito diferente do Ronaldo em 2006 - Criticar de fora é muito fácil, não é mesmo?!
Apesar de uma seleção apagada, com pouco brilho do que estamos acostumados a ver, o que mais me chamou atenção foi o espírito de equipe e o excelente, e bem executado papel de liderança do Thiago Silva e também do David Luiz, dois personagens essenciais e que honram a camisa. Além deles dois, tenho que elogiar a participação do Júlio Cesar, sem comentários, o cara é um dos melhores goleiros de todos os tempos.

Depois da partida fiz questão de assistir a coletiva e o bombardeio de perguntas ao técnico Felipão. Foi de tirar o chapéu (pelo menos por mim) suas respostas coerentes e maduras, esse é o clima esportivo, era óbvio que ele jamais poderia falar mal do seu time, porém se crucificar no lugar foi bem corajoso, do contrário ele poderia falar um monte de abobrinhas enrolar daqui e ali e that is it. Foi coerente sim em reconhecer que o time nao estava bem preparado e mas ainda entender que é um jogo e como qualquer jogo perder faz parte. Não critico a seleção, o que acontecei hoje faz parte do jogo!

Uma hora esse HEXA vem, se não hoje, talvez daqui a 4 anos, mas uma coisa é certa: Sou brasileira e não desisto nunca!!!

#Brasiljogapramim
#2018Hexaénosso!
#Soubrasileiraenaodesistonunca.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

O Hexa vem aí

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Quem diria que o Brasil iria tao longe nesta copa. Semi-final está aí! Brasil X Alemanha será uma grande jogo. Que venha o Hexa.



No jogo entre Brasil e Chile estive no Fifa Fun Fest em Copacabana, posso dizer que foi como se eu estivesse no estádio de tao bonito. A gringada que esta espalhada pelo país não pode reclamar em nada da hospitalidade brasileira: somos um povo lindo, unido, caloroso... Fiquei muito feliz com o resultado do jogo hoje e como diz o Galvão: Haja coração.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Olinda - Pernambuco.

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Este mês tive a oportunidade de fazer uma viagem para o estado de Pernambuco visitei as cidades de Recife, Olinda e Garanhus. Amei cada uma delas, todas são muito ricas em cultura, história e com paisagens lindas! Realmente, o nordeste brasileiro é lindo. 
- Olinda é uma abençoada por lindas paisagens e, é considerada uma das cidades mais antigas do Brasil na qual foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1982



É uma cidade historicamente bem conservada  repleta de construções e arquiteturas antigas. Eu particularmente amo essas construções e adoro ficar admirando esses centros históricos.


Ao chegar em Olinda é impossível manter a câmera dentro da bolsa, a cada esquina é uma surpresa diferente, paisagens lindas dignas de cartões postais.  
  

Apesar de ter viajado em Junho, mês que é considerado inverno aqui no Brasil, o clima em Olinda estava bem quente para a estação. Alias, achei mais quente que o Rio de Janeiro.
Uma coisa que me chamou atenção, foi a semelhança de Olinda e San Francisco/USA em relação aos altos e baixos ''morros'', para quem for visitar um desses lugares tem que se preparar em ter que subir e descer o tempo todo. 

Além de ser rica em paisagens lindas, Olinda é repleta de igrejas e capelas. Sendo elas 22 igrejas e 11 capelas espalhadas por toda cidade. Dentre elas, está a Igreja do Carmo construída em 1580.
Igreja do Carmo - 1580
Catedral Sé de Olinda foi construída entre 1537 e 1540, alem se sua arquitetura bonita e muito bem conservada, possui essa linda visão do oceano atlântico. Pra quem for visitar essa catedral também vale apena conferir o Alto da Sé  a partir do elevador panorâmico que e gratuito. Certamente que do alto da pra visualizar melhor melhor a cidade e tirar varias fotos bacanas.

Igreja da Sé - 1537/1540.
Infelizmente não tive tempo para conhecer o Farol de Olinda, consegui essa linda foto vista pelo  Alto da Se. 
Farol de Olinda  - 1867.
Com certeza Olinda e uma cidade que eu visitaria novamente. Riquíssima em historia, cultura e paisagens naturais que competem em pé de igualdade com qualquer lugar do mundo.