quinta-feira, 19 de junho de 2014

Olinda - Pernambuco.

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Este mês tive a oportunidade de fazer uma viagem para o estado de Pernambuco visitei as cidades de Recife, Olinda e Garanhus. Amei cada uma delas, todas são muito ricas em cultura, história e com paisagens lindas! Realmente, o nordeste brasileiro é lindo. 
- Olinda é uma abençoada por lindas paisagens e, é considerada uma das cidades mais antigas do Brasil na qual foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1982



É uma cidade historicamente bem conservada  repleta de construções e arquiteturas antigas. Eu particularmente amo essas construções e adoro ficar admirando esses centros históricos.


Ao chegar em Olinda é impossível manter a câmera dentro da bolsa, a cada esquina é uma surpresa diferente, paisagens lindas dignas de cartões postais.  
  

Apesar de ter viajado em Junho, mês que é considerado inverno aqui no Brasil, o clima em Olinda estava bem quente para a estação. Alias, achei mais quente que o Rio de Janeiro.
Uma coisa que me chamou atenção, foi a semelhança de Olinda e San Francisco/USA em relação aos altos e baixos ''morros'', para quem for visitar um desses lugares tem que se preparar em ter que subir e descer o tempo todo. 

Além de ser rica em paisagens lindas, Olinda é repleta de igrejas e capelas. Sendo elas 22 igrejas e 11 capelas espalhadas por toda cidade. Dentre elas, está a Igreja do Carmo construída em 1580.
Igreja do Carmo - 1580
Catedral Sé de Olinda foi construída entre 1537 e 1540, alem se sua arquitetura bonita e muito bem conservada, possui essa linda visão do oceano atlântico. Pra quem for visitar essa catedral também vale apena conferir o Alto da Sé  a partir do elevador panorâmico que e gratuito. Certamente que do alto da pra visualizar melhor melhor a cidade e tirar varias fotos bacanas.

Igreja da Sé - 1537/1540.
Infelizmente não tive tempo para conhecer o Farol de Olinda, consegui essa linda foto vista pelo  Alto da Se. 
Farol de Olinda  - 1867.
Com certeza Olinda e uma cidade que eu visitaria novamente. Riquíssima em historia, cultura e paisagens naturais que competem em pé de igualdade com qualquer lugar do mundo.


terça-feira, 17 de junho de 2014

Copa do Mundo 2014

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Hello,

Quem  me acompanha por aqui algum tempo já percebeu que eu sou fã da seleção brasileira e torço quando o time canarinho está em campo.Apesar de não torcer para nenhum clube, tem uma relação especial de amor com a nossa seleção, lembro que no último jogo contra Holanda, o Brasil perdeu e eu chorei horrores! :P

A tao esperada ''Copa das Copas'' chegou e aqui vamos nós neste mesmo sentimento e na torcida pelo Hexa! O futebol voltou para casa!!!

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Gente sem graça

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Não há nada mais chato que  gente sem graça.

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Gente que não sabe desenvolver uma conversa, nunca tem um papo interessante. Sem sal. Sem açúcar. De vez enquanto esbarro com um e outro por aí e, eu como sou uma pessoa comunicativa fico sem paciência com gente assim.
Ter tempero faz diferença até na comida! rs Eu entendo bem que cada pessoa tem sua característica e que cada uma se identifica/se sente mais a vontade com outras mas de uma maneira geral ser agradável, não mata e não arranca pedaço de ninguém.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Mascar chiclete de boca aberta.

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Há muito tempo eu quero falar sobre esse assunto. Toda vez que eu vejo alguém mascando chiclete de boca aberta eu lembro que deveria deixar registrado aqui o quanto isso me deixa irritada. Ahahhahahha...

As regras de educação básica são ensinadas as crianças ainda quando bem pequenas, porém para algumas pessoas parece que isso não foi passado. Eu acho ridículo, pessoas velhas mascarem chiclete de boca aberta, não há nada mais irritante que isso. Lá na faculdade, no finalzinho da aula, quando todos já estão cansados aparece um individuo com o chiclete na boca fazendo aquele barulho irritante. É realmente de arrancar os cabelos. O pior de tudo é que a pessoa não se toca e continua com aquele sinfonia extremamente irritante até o final da aula. #Ohceus #Ohvida #oharrazar.



sexta-feira, 18 de abril de 2014

Uma host family e duas Au Pairs.

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Eu passei por essa experiencia no meu segundo ano como uma au pair. Depois de achar minha segunda family que parecia bacana só que tinha um detalhe, já tinha uma outra au pair do Peru morando na casa, a principio, eu achei que seria ótimo já ter alguém na casa e que poderíamos ajudar uma a outra, ainda mais no meu caso que iria mudar de estado, sair de Philadelphia onde eu já tinha a ''vida feita'' e ir para Virginia começar do zero. Mero engano meu, ou muita ingenuidade... O mundo da competição se estende também ao programa de au pair, e isso é mais grave pois você é obrigada a ''viver'' com ele.

Primeiramente, minha ex-host family era do tipo executivos, minha host era vice presidente de uma multinacional, o host trabalhava para o governo, o perfil dos donos da casa eram sair cedo e voltar tarde, cabendo as au pairs a organização da casa.. a responsabilidade era tanta que nós tínhamos o cartão de credito da host para fazer as compras, pagar os funcionários( house cleanning e dog walker). Pois bem, chegando na casa, para variar os hosts não estavam, cabendo a outra au pair fazer as boas vindas, e lógico mostrar como era feito o serviço da casa. Até então tudo parecia normal, afinal alguém tinha que fazer isso, até que ao passar dos dias, eu vi que ela queria assumir o papel da host ausente e começar a me dar ordens, e daí começaram os problemas..

Infelizmente, a maioria dessas intercambistas de países como Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, veem o programa como uma oportunidade de mudar de vida e fazem todo o possível para continuar nele, o que é totalmente plausível considerando que estes países são bem menos desenvolvidos se comparado ao Brasil. Nao vou tirar essa característica das brasileiras que vão para lá, uma grande percentagem sonham em casar com um americano e viver por lá, porém a grande diferença e que as brasileiras não aceitam tudo que as host families impõe, ou trabalham que nem escravas`para serem '' reconhecidas'' por elas.

Entre uma conversa e outra com a peruana ela deixou bem claro o que realmente a preocupava, ela falou que pretendia pedir nossa host para ser sua sponsor para a troca do visto para estudante e que não era para eu pensar em pedir. Sim. Ela mostrou as garrinhas rs. Eu falei que ela não precisava se preocupar pois o programa para mim era só um momento para aprender e que eu não queria viver de au pair para sempre pois no meu país eu também tenho oportunidades de crescimento (Maisoumenosmaisoumenos rs). Ela não levou fé no que eu disse e eu fiquei com os dois pés para trás com ela, afinal, ela estava disposta a tudo para alcançar o sonhado objetivo. Nao demorou muito e ela arranjou um boyfriend em uma balada de chicanos rs, ela tinha 27 anos e arranjou um moleque de 20 para dar o golpe do greencard rs (No termino do programa ela casou)  Mesmo assim, vivianos em guerra pois ela queria mandar, eu fazia as coisas do meu jeito e a ignorava completamente. A menina era tao cretina que quando a host ou o host chegava ela queria logo mostrar serviço, trabalhando ou contado que fez isso e aquilo. A vontade que eu tinha era agarrar aquele pescoço. Outro problema era a de dividir o carro, quando a minha host entrou em contato comigo disse que a au pair que ela tinha não dirigia nada, e que ela precisava de alguém que dirigisse bem, o que era meu caso por essa razão eu tinha mais liberdade, e isso começou a incomodá-lá ao ponto dela querer dirigir também, porem tinha um detalhe, ela não sabia.. como eu não podia monopolizar o carro, começou a palhaça de ter que dividir, teve dias que eu tinha que dividir o carro com ela contando com a agenda das amigas dela, era o cúmulo!!

Como podem ver eu não tive uma experiencia boa em relação a ter duas au pairs em uma mesma casa, e neste mesmo ano conheci uma aupair brasileira que também não teve uma boa experiencia neste sentido. É super complicado. Geralmente 70% dos caso não dão certo, o que é uma pena pois uma ap deveria ajudar a outra.  Se aparecer uma family para você querendo duas aps pense muito bem pois isso poderá influenciar um ano da sua vida!

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Quer carona?

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Eu estava vagabundeando pelo Facebook quando vi  uma página chamada ''Caronas''. Como o nome mesmo já diz, 'e uma pagina destinadas aqueles que querem oferecer ou dar caronas a pessoas desconhecidas pelo facebook.  A ideia 'e bacana e muito helpful para aqueles que querem economizar uma grana na gasolina, ganhar tempo ou ate mesmo fazer amizade porem olhando para outro lado de que moramos no Brasil e somos conhecidos pela ’’malandragem’’, eu acho mega perigoso utilizar/oferecer esses favores, não se tem como conhecer o outro através de meias palavras pelo chat do facebook, fora que pode ocorrer de você dar carona a uma pessoa, chata, sem noção, com conversas nada a ver e por ai vai... Isso levando para nível ''leve'' da situação, pois pode ocorrer de você conhecer um doido, psicopata.
Ai eu fico na duvida se realmente esse pessoal leva a serio como o assunto 'e complexo, quem em sã consciência  oferece ou pega carona com gente que nunca viu na vida somente através de conversa pelo facebook? Ah quem diz que existe maluco para tudo.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Voltei para o Brasil, e agora?!

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Medo, dúvida de estar fazendo a coisa certa, aflições, insegurança... Todas essas palavras fazem parte do vocabulário de uma ex-aupair. Eu passei por isso também.Vou explicar...

Antes de ir para os Estados Unidos eu já tinha decidido que moraria por lá por dois anos independente do que ocorreria neste meio tempo. Após do termino do programa, na verdade, um mês antes do termino eu já sentia aquele mix de sentimentos que acompanha a au pair em final de temporada.  Era uma montanha russa. Tinha momentos que eu já estava esgotada e não via hora de voltar para casa, outras vezes eu achava que não tinha feito tudo que queria, e que talvez tinha deixado muita coisa passar, em momentos e que eu estava lá em cima achava que eu tinha a perfeita host family e que aquela era minha casa, quando estava lá embaixo achava que  minha host family não me tratava como parte da família e que aquilo que eu estava vivendo não iria demorar por muito tempo. Normal. Totalmente normal.

Apesar de todos esses sentimentos o problema maior é a questão do ''o que farei da minha vida quando eu chegar no Brasil?'', lógico, ao desembarcar no Brasil você irá perceber que este país continua o mesmo, se não, até pior! O transito é uma doideira, as ruas são sujas, as pessoas são feias, a paisagem é horrorosa, as pessoas são mal educadas, tem fila para tudo, tudo demora e a lista não para por aí.. mas fazer o que?, é seu país, é o que tem para hoje e o que te resta e se acostumar novamente como sua antiga/nova realidade. No meu caso e no caso de todas que moram fora do país de depois voltam é o mesmo, para alguns este processo é bem dolorido, minha amiga teve depressão e engordou muito apos sua temporada de 6 meses no Canadá, outra voltou para sua rotina no antigo trabalho + um curso de especialização.

Eu me lembro como hoje o dia que pisei em território brasileiro, foi em um sábado de marco pela manha, um sol dos infernos, um calor I-N-S-U-P-O-R-T-Á-V-E-L, as paredes da minha casa pareciam pegar fogo de tao quente e daí já se nota a primeira diferença entre o EUA e o Brasil, lá todas as casa de sistema de ar condicionado central, seja na casa do rico, seja na casa do pobre, aqui no Brasil tem somente nos quartos e olhe lá.  AHHAHHAHA..

Assim que eu voltei, fui prestar a prova do vestibular em uma faculdade particular na qual minhas aulas começariam na semana seguinte. Eu voltei para o Brasil e não tive descanso, fui direto para faculdade  e posso dizer que isso me ajudou muito, muito mesmo! - Voltar para o Brasil e não fazer nada, não irá te ajudar, acredito que o segredo é uma ocupação, seja  um trabalho,  um curso, uma faculdade, ficar sem fazer nada te levará a pensar em tudo aquilo que você já viveu, voltam as dúvidas e se não tomar cuidado pode ocorrer até a depressão. Para aquelas que já estão com a passagem de volta agendada, procure já
se matricular em um curso/faculdade, envie currículos, converse com seu ex-chefe... Ter o que fazer quando você volta ajudara muito.